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mar


O mar, sempre tão bonito, tão misterioso e tão bonito. Eu gosto de ver o mar e gosto, também, da metáfora de que somos condutores de uma embarcação. O mar me faz pensar, faz com que eu perceba nitidamente que eu não sou nada diante de toda essa imensidão, pois, é verdade, eu não sou mesmo. E se metade das pessoas que me cercam entendessem como eu me sinto quando estou perto do mar, talvez elas entenderiam o porquê de eu ser como sou e porque gosto tanto de pensar nesses assuntos existencialistas.

Na minha busca por uma vida que não sejam apenas anos, eu percebi que preciso ser mais constante na vida das pessoas que são, de fato, importantes. Já que eu sou só um pontinho mínimo no Universo, que eu seja, então, um pontinho que faça algo minimamente bom e que eu saiba ver, fazer e prorizar coisas boas. Sabe aquele estresse desnecessário quando a gente perde a chave dentro de casa? Daqui a 2 dias ele não vai fazer mais diferença. É basicamente isso: não posso me deixar abater por uma onda pequena, pois, quando a tempestade vier, eu não vou conseguir evitar que meu barco naufrague. 

Mas, eu não posso confiar tudo a mim. Eu preciso confiar nEle. Se a tempestade me alcançar e meu barco naufragar, a minha oração é: "que eu acorde em terra firme Lá".

Um comentário:

  1. "não posso me deixar abater por uma onda pequena, pois, quando a tempestade vier, eu não vou conseguir evitar que meu barco naufrague" perfeito! que post mais inspirador <3

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